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14 de setembro de 2026

“SUS é um pilar da democracia e precisa ser defendido”

“O Sistema Único de Saúde é um pilar da democracia, do cuidado com as pessoas, do respeito à vida. Mas já houve governo que quis acabar com o SUS e dar ‘planinho de saúde’ para a população. Não podemos cair nessa balela. Não existe plano de saúde que faça o que o SUS faz: 99% dos transplantes de órgãos do país, medicamentos caros para doenças raras, por exemplo. Não podemos prescindir de uma política pública tão importante.”

A enfática defesa da saúde pública foi feita neste fim de semana pela deputada estadual e candidata à reeleição Secretária Márcia Huçulak (PSD), que se reuniu com cerca de 200 representantes de conselhos de saúde de Curitiba.

De acordo com a deputada, um Parlamento ciente do alcance do SUS, que defenda suas conquistas e esteja empenhado no aprimoramento contínuo do modelo é fundamental para atender as demandas sempre crescentes da população.

Defesa da saúde pública, da ciência e, especialmente, das vacinas formaram uma das principais bandeiras de atuação de Márcia ao longo de seu primeiro mandato. Ela foi eleita após ocupar o cargo de secretária municipal de saúde, no qual foi responsável pelo combate à pandemia de covid-19 em Curitiba.

A atuação parlamentar de Márcia reflete os 36 anos em que trabalhou em gestão da saúde, tendo ocupado cargos diretivos na capital e no Governo do Estado – além de um período em que atuou como assessora técnica do Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde).

A trajetória coincidiu com a implantação e consolidação do Sistema Único de Saúde, instituído pela Constituição de 1988.

Nesse período, Márcia participou, criou ou estruturou diversos programas de saúde, acompanhando de perto os resultados. Entre eles, a Central de Leitos (que agilizou e deu eficiência aos internamentos na rede de saúde), o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), o Mãe Curitibana (de cuidados materno-infantis), o Escute seu Coração e outros.

Além do combate à pandemia ter sido considerado referência no Brasil, no seu período de secretária a mortalidade materna caiu 40% e a infantil, quase 25% em Curitiba.

“Pouca gente lembra, mas em 2006 houve um grande movimento que criou o Pacto pela Saúde no Brasil, que garantiu um gasto mínimo constitucional para a área. Até então, se um governador não quisesse colocar dinheiro na área não era obrigado”, lembra.

Por isso, Márcia sempre defende que a boa política seja sempre acompanhada pela boa técnica. “Um precisa do outro para gerar resultados”, afirma.

Como deputada, Márcia foi responsável por leis de proteção à infância e às mulheres, da telessaúde (pioneira no Brasil), atualização da legislação referentes a gestantes (projeto de lei em andamento), entre outras iniciativas.

Com emendas e orientações de verbas, Márcia destinou quase R$ 360 milhões para programas e políticas públicas de Saúde no Estado, ajudando a viabilizar, por exemplo, a construção de hospitais, reforma de unidades de saúde, compra de equipamentos.

Líder do Bloco da Saúde na Assembleia

A cadeira onde as decisões de saúde do Paraná são tomadas tem uma enfermeira sentada nela.

  • Líder do Bloco da Saúde na Assembleia Legislativa do Paraná.
  • Vice-presidente da Comissão de Saúde Pública.
  • Única mulher no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar.
  • Coordenadora da Frente Parlamentar de Apoio às Santas Casas e Hospitais Filantrópicos.
Márcia Huçulak na Assembleia Legislativa do Paraná

Da gestão ao parlamento, sempre com resultados

  • Da criação do HospSUS e do APSUS ao Saúde Já.
  • Da organização da Central de Leitos à aprovação da Lei da Telessaúde.
  • Do combate à covid-19 à luta pela vacinação.
  • Da gestão de orçamentos recordes em Curitiba a emendas no Orçamento estadual.
  • Do plano de governo a 49 projetos de lei e 26 leis criadas.
Márcia Huçulak em agenda pelos municípios do Paraná
Quando tiver dúvida, vá pela vida. Márcia Huçulak

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